
![]() ![]() ![]() |
Meu perfil BRASIL, Nordeste, FORTALEZA, CIDADE DOS FUNCIONARIOS, Homem, de 15 a 19 anos, Arte e cultura, Música, mukeka di rato,fanzine e ramones MSN - tiagoamora@hotmail.com |
|

[ layout por ]
One Way Templates


A arte do pogo
o pogo é uma dança simples que cosiste basicamente em uma roda no meio de um show de punk rock,onde todo mundo fica se batendo e pulando,criada em meados dos anos 70 pelo baixista da banda sex pistols,sid vicious,que dançava dando socos no meio da galera com uma corrente em suas mãos,desde então,com a new wave setentista chamada "punk" todos praticavam essa dança q se tornara constante até os dias de hj. O pogo é visto por algumas pessoas como apologia a violência,incentivo a briga e etc,mas o pogo não passa de uma simples brincaeira de jovens impolgados com o som eletrizante do punk rock,e pra quem conheçe mesmo,sabe q não há nenhum tipo de violência física,são apenas empurrões e pulos no meio da mulecada,é isso aí...tanta teoria escrita,se vc acha que o eu falei é bobagem,vá a um show e experimente colocar suas enrgias pra fora num emocionate pogo! aí depois a gente conversa....
PS: se falta do que escrever matasse...

Se ainda tem alguma alma q ainda
visite esse blog tosco,ou por
acaso entrou
aqui por acidente,eu estou
postando nesse outro blog
http://tiagoamora.weblogger.com.br ou então o fotolog
http://fotolog.terra.com.br/zonahc falou cambada!
|
LIBERTE-SE (Gritando HxCx)
Negros, vermelhos, escravizados |
|
Moleques de rua, são panos largados |
|
Sexualidade cobrando ilusão |
|
Deuses e povos, vasta escuridão |
|
|
|
Liberdade para conduzir |
|
Nossas vidas é o que queremos |
|
LIBERTAR nossas correntes |
|
Esquecer oque sofremos |
|
|
|
Culturas menores, sempre destruídas |
|
Espécie em extinção, clamando sua vida |
|
Nossas matas perdidas no ar |
|
Para o futuro o que vai sobrar? |
COMO RECONHEÇER UM SKATISTA:
*Camisa do chalie brown
*Silver tape no tenis
*Boné pra traz
*Mochila nas costas
*Calças lá no chão!
*Tenis enorme
*Braço chei de pulseiras
*Merda na cabeça!

Eu Etiqueta
(Carlos Drummond di Andrade)
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome...estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca nessa vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete.
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos.
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permanência. Indispensabilidade.
E fazem de mim homem-anúncio itinerante.
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade.
Trocá-la por mim, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia...
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comprazo, tiro glória
De minha anulação.
Não vou - vê-la - anúncio contratado
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco de roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
sadomasoquismo...