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BRASIL, Nordeste, FORTALEZA, CIDADE DOS FUNCIONARIOS, Homem, de 15 a 19 anos, Arte e cultura, Música, mukeka di rato,fanzine e ramones
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- Postado por: tiago às 23h12
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A arte do pogo

o pogo é uma dança simples que cosiste basicamente em uma roda no meio de um show de punk rock,onde todo mundo fica se batendo e pulando,criada  em meados dos anos 70 pelo baixista da banda sex pistols,sid vicious,que dançava dando socos no meio da galera com uma corrente em suas mãos,desde então,com a new wave setentista chamada "punk" todos praticavam essa dança q se tornara constante até os dias de hj.   O pogo é visto por algumas pessoas como apologia a violência,incentivo a briga e etc,mas o pogo não passa de uma simples brincaeira de jovens impolgados com o som eletrizante do punk rock,e pra quem conheçe mesmo,sabe q não há nenhum tipo de violência física,são apenas empurrões e pulos no meio da mulecada,é isso aí...tanta teoria escrita,se vc acha que o eu falei é bobagem,vá a um show e experimente colocar suas enrgias pra fora num emocionate pogo! aí depois a gente conversa....

 

PS: se falta do que escrever matasse...



- Postado por: tiago às 01h18
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- Postado por: tiago às 00h59
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Se ainda tem alguma alma q ainda

 visite esse blog tosco,ou por

acaso entrou

aqui por acidente,eu estou

 postando nesse outro blog

 http://tiagoamora.weblogger.com.br ou então o fotolog

http://fotolog.terra.com.br/zonahc falou cambada!



- Postado por: tiago às 16h43
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- Postado por: tiago às 11h25
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- Postado por: tiago às 14h44
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LIBERTE-SE (Gritando HxCx)

 

Negros, vermelhos, escravizados

Moleques de rua, são panos largados

Sexualidade cobrando ilusão

Deuses e povos, vasta escuridão

 

Liberdade para conduzir

Nossas vidas é o que queremos

LIBERTAR nossas correntes

Esquecer oque sofremos

 

Culturas menores, sempre destruídas

Espécie em extinção, clamando sua vida

Nossas matas perdidas no ar

Para o futuro o que vai sobrar?



- Postado por: tiago às 00h36
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COMO RECONHEÇER UM SKATISTA:

*Camisa do chalie brown

*Silver tape no tenis

*Boné pra traz

*Mochila nas costas

*Calças lá no chão!

*Tenis enorme

*Braço chei de pulseiras

*Merda na cabeça!



- Postado por: tiago às 00h33
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- Postado por: tiago às 00h28
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- Postado por: tiago às 10h57
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- Postado por: tiago às 03h03
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Eu Etiqueta
(Carlos Drummond di Andrade)

  Em minha calça está grudado um nome 
Que não é meu de batismo ou de cartório

Um nome...estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca nessa vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete.
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos.
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permanência. Indispensabilidade.
E fazem de mim homem-anúncio itinerante.
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade.
Trocá-la por mim, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia...

Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comprazo, tiro glória
De minha anulação.
Não vou - vê-la - anúncio contratado
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência

Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco de roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente
.



- Postado por: tiago às 02h45
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- Postado por: tiago às 15h16
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- Postado por: tiago às 04h01
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sadomasoquismo...



- Postado por: tiago às 19h23
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